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Em “Quando Eu Era Vivo”, Sandy e Antônio Fagundes apostam no terror nacional

O cinema nacional receberá no dia 31 de janeiro de 2014 uma grande aposta – “Quando Eu Era Vivo”, filme de Marco Dutra baseado no livro “A Arte de produzir Efeito sem Causa”, de Lourenço Mutarelli.
Enquanto as produtoras vem se dedicando nos últimos anos a lançar comédias “mais do mesmo” ou dramas divulgados como blockbusters mas de qualidade duvidosa, “Quando Eu Era Vivo” resgata a linha entre o terror e o suspense dificilmente levada as telonas quando se trata de produções made in Brasil.
O filme traz Sandy e Antônio Fagundes – o dr. Cesar de “Amor a Vida” – no elenco, que ainda conta com o ator Marat Descartes. Este último interpreta Júnior, que volta pra casa do pai Sênior (personagem de Fagundes) após se separar da mulher e ficar desempregado. Após achar objetos de sua falecida mãe e uma mensagem estranha numa partitura, o rapaz decide investigar o estranho passado da família. Enquanto isso, Sandy será Bruna, moradora de um dos quartos que o Sênior aluga, em sua casa.
Com direito a rituais, invocações, gavetas abrindo, portas rangendo e maçanetas girando, o trailer divulgado traz um pouco do quão arriscada essa aposta do nosso cinema pode ser – teremos um bom filme de suspense/terror que abrirá portas para outros do gênero ou não irá além das expectativas? A partir de 31 de janeiro de 2014, teremos a resposta.
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Paulo Cavalcante
Paulo Cavalcantehttp://www.cafedeideias.com
Professor, atua na internet há mais de dez anos produzindo conteúdo sobre séries e cinema, aprecia a sétima arte e a dramaturgia para as diferentes telas.

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