Grande Prêmio do Cinema Brasileiro consagra Faroeste Caboclo em noite de premiação

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Paulo Cavalcante
Paulo Cavalcantehttp://www.cafedeideias.com
Professor, atua na internet há mais de dez anos produzindo conteúdo sobre séries e cinema, aprecia a sétima arte e a dramaturgia para as diferentes telas.

Ontem (26/08) no Theatro Municipal do Rio aconteceu o 13º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Faroeste Caboclo, Serra Pelada e O Som ao Redor lideravam as indicações da noite para ganhar o troféu Grande Otelo.

O Som ao Redor que tinha 8 indicações acabou ganhando apenas na categoria Melhor Roteiro Original. Já o longa Serra Palada levou três troféus pra casa: Melhor Ator Coadjuvante (recebido por Wagner Moura), Melhor Maquiagem e Melhor efeito Visual (prêmio dividido com a animação Uma História de Amor e Fúria).

Faroeste Caboclo, estrelado por Fabrício Boliveira e Isis Valverde, foi o grande destaque da noite. A produção adaptada da música de Legião Urbana recebeu 7 troféus Grande Otelo, entre eles o de Melhor Longa Metragem de Ficção.

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Em segundo lugar no número de prêmios, logo atrás de Faroeste Caboclo, Flores Raras recebeu 4 prêmios. Glória Pires ficou com o troféu de Melhor Atriz pela sua interpretação como a arquiteta brasileira Lota de De Macedo. Em Flores Raras, Lota vive uma história de amor com a poeta Elisabeth Bishop.

Várias outras produções brasileiras foram premiadas na noite, confiram aqui a lista completa dos vencedores:

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO: FAROESTE CABOCLO de René Sampaio.

MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO: A LUZ DO TOM de Nelson Pereira dos Santos.

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO: UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA de Luiz Bolognesi.

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL: MEU PÉ DE LARANJA LIMA  de Marcos Bernstein.

MELHOR LONGA-METRAGEM DE COMÉDIA: CINE HOLLIÚDY de Halder Gomes.

MELHOR DIREÇÃO: BRUNO BARRETO por Flores Raras.

MELHOR ATRIZ: GLORIA PIRES por Flores Raras.

MELHOR ATOR: FABRÍCIO BOLIVEIRA por Faroeste Caboclo.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: BIANCA COMPARATO por Somos tão jovens.

MELHOR ATOR COADJUVANTE: WAGNER MOURA por Serra Pelada.

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: GUSTAVO HADBA por Faroeste Caboclo.

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: JOSÉ JOAQUIM SALLES por Flores Raras.

MELHOR FIGURINO: MACELO PIES por Flores Raras.

MELHOR MAQUIAGEM: SIVA RAMA TERRA por Serra Pelada.

MELHOR EFEITO VISUAL: DANIEL GRECO E BRUNO MONTEIRO por Uma História de Amor e Fúria e ROBSON SARTORI por Serra Pelada.

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: KLEBER MENDONÇA FILHO por O Som ao Redor.

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: MARCOS BERNSTEIN e VICTOR ATHERINO por Faroeste Caboclo.

MELHOR MONTAGEM FICÇÃO: MARCIO HASHIMOTO por Faroeste Caboclo.

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO: MARÍLIA MORAES e TINA BAZ por Elena.

MELHOR SOM: LEANDRO LIMA, MIRIAM BIDERMAN, ABC, RICARDO CHUÍ E PAULO GAMA por Faroeste Caboclo.

MELHOR TRILHA SONORA: PAULO JOBIM por a Luz do Tom.

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL: PHILLIPE SEABRA por Faroeste Caboclo.

MELHOR CURTA FICÇÃO: FLERTE de Hsu Chien.

MELHOR CURTA DOCUMENTÁRIO: A GUERRA DOS GIBIS de Thiago Brandimarte Mendonça e Rafael Terpins.

MELHOR CURTA ANIMAÇÃO: O MENINO QUE SABIA VOAR de Douglas Alves Ferreira.

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO: DJANGO LIVRE (Django Unchained) de Quentin Tarantino.

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO NO VOTO POPULAR: CINE HOLLIÚDY de Halder Gomes.

MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO NO VOTO POPULAR: ELENA de Petra Costa.

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO NO VOTO POPULAR: DJANGO LIVRE (Django Unchained) de Quentin Tarantino.

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