VII Janela Internacional de Cinema do Recife inicia com grande público, produção local e clássico

    A comunidade cinéfila do Recife esteve em peso na Rua da Aurora na noite desta sexta (24/10), onde aconteceu a abertura do sétimo ano do festival Janela Internacional de Cinema. Com uma fila que dava a volta no quarteirão, profissionais do audiovisual, estudantes, e admiradores da sétima arte compartilhavam as expectativas para aquela que promete ser uma das semanas mais culturais da cidade.

    Às 21h30, com meia hora de atraso, todos estavam acomodados nas poltronas do Cinema São Luiz. Kleber Mendonça Filho abriu o festival agradecendo a presença de todos e dos patrocinadores do evento e em seguida chamou ao palco a equipe dos dois filmes pernambucanos que seriam apresentados, Sem Coração e Brasil S/A.
    O elenco de Sem Coração, formado quase que inteiramente por adolescentes, estava lá.  E com uma breve introdução da sua atriz principal e dos diretores Nara Normande e Tião, o curta-metragem foi ovacionado pelos pernambucanos.
    O mesmo pode ser dito de Brasil S/A, novo filme de Marcelo Pedroso. O longa é um êxtase de imagens belíssimas e um design de som poderoso, que engrandeceu demais a experiência de se estar numa sala de cinema.
    A exibição dos filmes começou com uma divertida vinheta do tipo “não atenda o seu celular”, usando a voz da mulher do Google Tradutor, seguida pela chamada de abertura do festival, que reuniu cenas de todos os filmes que passarão ao longo da semana.
    Mas, sem dúvida, o clássico do terror O Massacre da Serra Elétrica foi o ápice da noite. A sessão que fechou o primeiro dia do Janela foi um verdadeiro exemplo do sentimento de coletividade do Cinema. A tensão pairava por todo o ambiente, toda a vontade de gritar com a personagem principal, além dos sustos, não conseguiram ficar reprimidos por muito tempo.
    Pode-se dizer que a primeira noite do Janela Internacional de Cinema do Recife foi um sucesso, e o melhor de tudo isso é saber que foi só o começo.Imagem: Divulgação/Janela Internacional de Cinema do Recife

    Por Evandro Lira, da Redação.

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