Com marketing pesado, Tomorrowland tenta a sorte no Brasil após fracasso internacional

Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível, finalmente chegará aos cinemas brasileiros. Com estreia marcada para esta quinta-feira, 4 de junho, o novo longa da Disney tenta a sorte no Brasil, após fracassar em grande parte do mercado internacional.

Se em 2012 a Disney sofreu com o fracasso de “John Carter: Entre Dois Mundos”, que precisava arrecadar 700 milhões de dólares mundialmente mas só conseguiu US$284 milhões, o mesmo problema se repete agora com “Tomorrowland“. A ficção científica juvenil dirigida por Brad Bird (de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma”) estreou no topo das bilheterias nos EUA, mas caiu nos dias seguintes, fechando o fim de semana de estreia com poucos US$42,6 milhões – a previsão inicial da Disney era arrecadar US$50 milhões. A bilheteria internacional conseguiu ser ainda mais fraca – nos países onde já estreou, arrecadou apenas US$26,7 milhões, ficando muito longe de superar os gastos com a produção do filme, com orçamento em torno de US$180 milhões.

O filme ainda depende de vários outros países que devem exibi-lo a partir desta semana, como o Brasil, e das semanas seguintes, para arrecadar o montante gasto na produção e no marketing pesado da Disney. No nosso país, por exemplo, houve cinemas onde o trailer foi substituído por um preview de 15 minutos do filme antes das sessões começarem.

Em “Tomorrowland”, Casey Newton (Britt Robertson) é uma adolescente com enorme curiosidade pela ciência. Um dia, ela encontra uma pequena peça que permite que se transporte automaticamente para uma realidade paralela, criada por Frank Walker (George Clooney), um ex-garoto prodígio que hoje está desiludido.

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