Crítica: A Era do Gelo: O Big Bang

Em nova sequência, personagens de "A Era do Gelo" retornam com a missão de mais uma vez entreter crianças e famílias, mas acaba caindo na mesmice.

Personagens clássicos retornam no quarto filme da série cinematográfica “A Era do Gelo” (Reprodução/Fox Film)

 Manny e seus companheiros estão de volta às telonas e Scrat novamente acaba provocando uma grande trapalhada que dessa vez tem consequências intergalácticas em A Era do Gelo: O Big Bang. Uma chuva de meteoros deixa os mamíferos em alerta. Uma fuga agitada faz a turma da era do gelo se esconder em uma caverna sem entender bem o que está acontecendo.

Essa é a deixa para aparição de Buck, que tentando fugir de um trio de pássaros pré-históricos acaba encontrando uma tábua de pedra com gravuras, nela há gravuras mostrando impactos de asteroides na terra. Com medo que esse ciclo se repita, ele se junta a Manny, Diego e Sid em busca de uma solução.

Ao contrário da turma da era do gelo, quem não parece ter procurado uma solução foram os roteiristas da história. Esse já é o quinto filme e quase nada mudou no plot da história e dos personagens. O filme desperta algumas risadas infantis, mas nada além disso. Problema comum entre as animações populares que possuem continuação. Sherek é um outro exemplo.

Em A Era do Gelo: O Big Bang a história que mais destoa dos filmes anteriores é o trama amoroso de Amora e o seu desejo de ir embora de casa com seu namorado, o que acaba gerando conflitos entre ela e seus pais. Graficamente o filme não desmerece seus antecessores.

Continuar animações para o público infantil parece não ser tarefa fácil para os roteiristas, talvez seja o receio de modificar a essência da história. Entretanto, na tentativa de estabelecer uma identidade para a história e os personagens os autores acabam transformando o filme em uma obra fadada a mesmice.

Por: Lais Rilda

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