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Crítica: Star Trek – Sem Fronteiras

Com ótimo trabalho visual e efeitos bem produzidos, "Star Trek: Sem fronteiras" é um bom filme e cumpre seu papel em entreter.

Cena de "Star Trek: Sem Fronteiras" (Reprodução/Paramount Pictures)
Cena de “Star Trek: Sem Fronteiras” (Reprodução/Paramount Pictures)

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No ano que está sendo considerado um dos melhores para os fãs geeks, mais um filme chega para esquentar a temporada. Star Trek: Sem Fronteiras é o terceiro filme do reboot da franquia e o de número 13 considerando todos os já lançados. A maior certeza após ver o filme é que ele usa a mesma fórmula e ainda assim consegue se reinventar. A sacada que fez o roteiro se revigorar foi abordar temas mais humanos e deixar a parte intergalática como plano para os combates travados.

A história desse novo filme gira em torno de um artefato antigo, Abronath, que tem força capaz de dizimar toda a Federação. Com o intuito de usar essa força para propósito não muito nobre, Krall (Idris Elba) monta uma emboscada para capturar o capitão James Kirk (Chris Pine) e toda a tripulação da Enterprise que estão de posse do Abronath. A tentativa de evitar uma catástrofe causada pelo Krall abafa o conflito interno pelo qual Kirk e Spock (Zachary Quinto) estão enfrentando.

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A desordem causada pelo alterego dos personagens é o principal ponto apresentado em Star Trek. Percebemos um dilema na tomada de decisões e uma indefinição sobre qual caminhos os personagens desejam seguir. Esse questionamento de “quem sou eu” são elementos básicos de um filme dramático e quando bem trabalhados levam a reflexões densas. O diferencial do novo Star Trek para os antigos é trazer esses questionamentos sem medo de fugir de sua carga geek e terminar decepcionando os fãs. Funcionou muito bem o equilíbrio entre o sci-fi e o drama.

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Outro ponto que já causou burburinho antes mesmo do lançamento do filme foi a introdução de um personagem gay na frota interestelar. O personagem Hikari sulu (John Cho) aparece com sua filha e marido no momento em que a Enterprise faz uma parada em Yorktown. É importante ressaltar esse ponto no filme, pois apesar de não causar nenhum efeito na trama, prova quão preocupados estão os roteiristas em repaginar a franquia. A escolha foi muito acertada ao fazer isso de forma sutil e atual.

Star Trek: Sem fronteiras é um bom filme e cumpre seu papel em entreter. Possui um ótimo trabalho visual, onde todos os efeitos são muito bem produzidos dando ao longo uma impressionante realidade. Não à toa percebemos a mão e experiência do J.J. Abrams. E também mostra um elenco eficiente e competente. Um novo longa já foi confirmado, considerando que Chris Pine e Zachary Quinto já tem contratos assinados. Resta saber se o próximo Star Trek se aproximará cada vez mais da zona dramática e se conseguirá fazer isso sem se afastar de sua essência “espacial”.

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