Crítica: Inferno

Sem inovação na narrativa, Inferno é apenas mais uma história do professor Robert Langdon.

Tom Hanks e Felicity Jones em cenas de Inferno (Reprodução/ Sony Pictures)
Tom Hanks e Felicity Jones em cenas de Inferno (Reprodução/ Sony Pictures)

Com reviravoltas e muita ação, Inferno estreia hoje (13/10). Dessa vez os enigmas que inquietam o professor Robert Langdon (Tom Hanks) vem com visões aterrorizantes. Assim como o protagonista embarcamos numa história que pouco entendemos e ao longo do filme é possível perceber que dois quebra cabeças vão sendo montados.

A trajetória na história passa por várias reviravoltas, Langdon acorda bastante machucado em um hospital e sofre um atentado no próprio local. Para fugir, o professor conta com a ajuda da sua médica, Sienna Brooks (Felicity Jones), que tenta fazê-lo relembrar o que aconteceu antes de ir para no hospital.

Na busca por essas repostas uma série de outros mistérios vão sendo apresentados. Entre eles um série de visões do inferno que surgem de forma recorrente na memória do professor, cenas fortes e bem construídas graficamente.

Em meio a toda essa tensão literalmente infernal a falta de memória de Langdon e o alto Q.I. de Brooks são o alivio cômico da narrativa. Felicity Jones convence o telespectador com sua personagem, enquanto Tom Hanks mantém seu nível de atuação. Entretanto essas interpretações não são suficientes para tornar o filme atraente.

Por fim, Inferno é apenas mais uma adaptação da obra literária de Dan Brown e não traz nenhuma novidade se comparado aos seus antecessores, ou seja, é só uma história cheia de enigmas que são desvendados de forma previsível pelo já saturado personagem de Hanks.

Por: Lais Rilda

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