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Papo Seriado – Ep. 11 – Home sweet Home

A verdade é que todos nós precisamos de um lugar para chamar de nosso e fazer dele o nosso lugar ideal. É como estar sempre em casa. Sweet home!

papo 3d natal
Home sweet home

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Eis que chegamos a nossa última postagem em 2016: Home Sweet Home! Tudo na vida tem seu lado bom e seu lado ruim, mas acredito que a maioria concorda comigo de que essa passagem de ano já vem tarde e tem muito mais coisas positivas, afinal, de acordo com as crenças ocidentais, a passagem de ano nos possibilita mais um recomeço, mais uma lista imensa de promessas (que não serão cumpridas) e mais uma oportunidade de sermos e fazermos melhor.

2016 foi um ano, no mínimo, intenso. Ano que fez os maiores shippers de casais famosos sofrerem, ano em que o índice de abstenção nas nossas eleições, em muitas cidades, superou os números dos que venceram nas urnas, que fez fãs dos mais diversos tipos de filmes chorarem a morte de seus ídolos, e que uniu todos os clubes de futebol do brasil (e do mundo!) diante da maior tragédia de um time de futebol. 2016, que bom que você se vai e, mais uma vez, nos permite novos começos.

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Como já comentei aqui no Papo Seriado – Ep. 05 – Adaptações, minha família paterna é do interior e, como era regra aqui em casa, vou passar o Ano Novo em Tabira. Tabira é uma cidadezinha, há 430km de Recife-PE, com pouco mais de 28k habitantes. Não nasci lá, nunca morei de fato lá, mas lá é minha casa. Sabem aquela frase (já batida, inclusive) que diz que “Casa é onde seu coração está?”, então, essa cidadezinha de interior, desde sempre, é a minha casa. Ela me traz uma sensação de pertencimento, de reconhecimento, de paz. Quase como se minha vida toda tivesse sido lá e eu apenas tivesse (mais uma vez) voltando para casa.

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(Reprodução/TheCW)
(Reprodução/TheCW)

Há uns anos passava uma série chamada Hart Of Dixie (MAIOR SÉRIE QUE VOCÊ RESPEITA!!!!!), não tãããão conhecida, mas que foi minha série preferida! Lembro bem de Zoe Hart (Alguém consegue não gostar de Rachel Bilson?!) chegando em Bluebell completamente fora do contexto que envolvia a cidade e logo se tornando uma cidadã como aqueles que sempre viveram na cidadezinha do Alabama. Zoe em pouco tempo passou a se sentir exatamente como alguém que sempre viveu ali, porque, no fim, lá era (e sempre foi) o lugar dela.

É bem verdade que, para muitas pessoas, a nossa casa não é necessariamente uma cidade. Ela pode ser um lugar, pode ser algo, pode até mesmo ser alguém; mas o que nunca muda é que “home” é o que te faz sentir que você é você mesmo, que te lembra tuas raízes e renova as forças para o que virá.

(Reprodução/ABC)
(Reprodução/ABC)

Nos seriados, obviamente, muitas são as “casas” dos personagens. Quem não lembra de Derek e sua Balsa (que inclusive estampava sua touca)?

O fato é que as pessoas são diferentes, seus sentimentos, crenças, naturalmente, também serão diferentes, e as coisas mais especiais que nós carregamos em nós mesmos são mais nossas do que qualquer outra coisa, afinal, por mais que certos lugares sejam especiais para pessoas distintas, eles nunca são especiais pelos mesmos motivos.

E assim, o ano se encerra, a roda viva carrega o destino para lá (beijos, Chico!), a vida bate à porta lembrando que tudo tem um começo, meio e fim; e nesse fim de ano eu gostaria de desejar a vocês, leitores (e já amigos) queridos, que vem me acompanhando nessa jornada, que vocês encontrem as suas casas, o lugar, que vai fazê-los rir sem perceber, sabendo que ali, naquele cantinho do mundo, a felicidade vai ser sempre uma constante e ninguém poderá tirar isso de vocês!

Como eu sou muito otimista, torço para que no nosso Papo Seriado vocês tenham se emocionado, rido, ficado com raiva (tipo quando eu disse que não gosto de GoT), sentido! E, mais do que tudo isso, espero que aqui seja sempre um pouquinho da casa de vocês também!

Espero vocês no novo ano, porque ainda tempos muito a papear!

Feliz 2017, gente!!!!

Xoxo.

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Larissa Ramos
Larissa Ramos
Bacharela em Direito, advogada e concurseira, apaixonada por séries, filmes, livros e música. Sonha com a chance de viver como atriz e se derrete com histórias de amor. Seu grande ícone é Audrey Hepburn.

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