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Papo Seriado – S.02 Ep. 05 – “Qualquer maneira de amar varia…”

Em tempos de intolerância, só existe um caminho para a liberdade das pessoas: O Amor. Amar sempre, de qualquer jeito e de qualquer maneira.

Papo Seriado – Amar varia

Por mais que aqui, nesse nosso espaço, o mundo de séries e filmes seja uma constante, eu não me permito deixar de falar sobre algumas coisas que eu considero bem importantes e, se tem uma coisa que teve um destaque lindo na semana passada, foi a representatividade, com destaque para o Emmy e Pablo Vittar (quebrando tudo) no RiR. Infelizmente, a decisão infeliz de um magistrado acabou roubando a cena. Então, para um mundo que precisa amar mais, vamos falar de amor?!

Imagem retirada do Google.

É interessante que o título do meu TCC foi: “Dispensação Judicial de Medicamentos: a realidade além da tutela jurisdicional” e, por causa do assunto, eu precisei fazer um estudo sobre a saúde pública brasileira e, por consequência, da saúde. Então, trago um pedaço do conceito de saúde para a Organização Mundial de Saúde, OMS : Saúde é “um estado de completo bem-estar físico, mental e social”. Agora me digam vocês, não é exatamente como uma “saúde” que o amor nos deixa?! Como pode alguém então considerar o amor doença?

As pessoas, em geral, têm muita dificuldade em aceitar o que elas consideram “diferente”,

Imagem retirada do Google.

ou seja, aquilo que não diz respeito à esfera da personalidade dela. Isso acontece com religião, futebol, cultura… mas como pode acontecer com o amor?! Como diria Oswaldo Montenegro “Qualquer maneira de amar varia…”. A verdade é que nós não precisamos gostar ou concordar com todas as escolhas que os outros tomam/fazem, mas nós TEMOS que respeitar. Qualquer que seja a escolha ou a decisão.

Imagem retirada do Google.

E aqui, eu quero levantar duas bandeiras que acho bem importantes: A primeira delas, é que as pessoas precisam entender, que orientação sexual não é escolha, motivo pelo qual sequer deve ser chamada de “opção sexual”. Você não abriu os olhos, anos atrás, e pensou: “hm… eu vou sentir atração por homem/mulher”, você simplesmente sentiu. Exatamente como ocorre quando a gente se apaixona por alguém, nós não temos como escolher de quem gostar, mas sabemos exatamente o que aquele friozinho na barriga significa. Amar vale muito a pena! Todo tipo de amor e ele não admite julgamentos ou preconceitos, ele só admite respeito e ainda mais amor.

A segunda coisa é uma lição que aprendi com a minha mãe há muito tempo e levo sempre comigo e, sempre que posso, tento passar adiante:

Imagem retirada do Google.

“Nós amamos as pessoas apesar de, e não por causa de”. Todas as pessoas vão ter milhões de defeitos, alguns que nos incomodam mais, alguns que nos incomodam menos, mas se nós as amamos, existe um porquê e, apesar de eventuais defeitos ou escolhas que “consideremos erradas”, esse amor deve permanecer. Como eu já falei aqui algumas vezes, nós estamos numa época de extremos, num período em que muitas vezes parece que nos esquecemos de amar e de alimentar coisas boas, enquanto inflamamos discursos de ódio. Isso precisa mudar. Nós precisamos aprender a aceitar e respeitar as escolhas de todos, precisamos aprender a amá-las apesar de qualquer discordância. Precisamos exercitar nossa tolerância.

Afinal, se tem uma coisa que o juiz acertou na decisão, foi em dizer que amor e doença tem uma relação. Ele só errou em como isso acontece porque, na verdade, o amor é a cura. É a cura para o preconceito, é a cura para desigualdade, é a cura para violência e, principalmente, é a cura para o nosso mundo que tem parecido tão errado.

Imagem retirada do Google.

Então, amemos mais, MUITO MAIS!

#DoenteÉseuPreconceito 

Xoxo.

Ps.: Lembram da surpresa que eu falei?! Ela vai ao ar depois de amanhã, 27.09, às 19hs aqui no Café de Ideias! Quero vocês ligadinhos! <3

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Larissa Ramos
Larissa Ramos
Bacharela em Direito, advogada e concurseira, apaixonada por séries, filmes, livros e música. Sonha com a chance de viver como atriz e se derrete com histórias de amor. Seu grande ícone é Audrey Hepburn.

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