Papo Seriado – S.02 – EP. 03 – Tudo sobre poderes especiais!

Tomando como base a série "The Good Witch" vamos descobrir um pouco mais sobre os poderes especiais que podem transformar o mundo.

PAPO SERIADO – S.02 – EP. 03 – Tudo sobre poderes especiais!

Hello, my people tão querido! Alguém aí deu um chance para Carinha de Anjo, como eu sugeri no último post? O que acharam? Me deem um feedback, please! Ainda nessa “vibe mais amor”, eu inclui na minha lista (gigantes) de séries “The Good Witch” (A bruxa boa), e fiquei surpresa com o quanto a série me fez refletir, querem saber o porquê? Tem a ver com poderes especiais… Então vamos adiante…

A série se passa numa cidade de interior dos Estados Unidos e, obviamente, tem como destaque a vida de Cassie Nightingale, a bruxa, e começa a partir da mudança de Nova Iorque para Middleton do Dr. Sam Radford, vizinho de Cassie. A partir daí a série se desenvolve mostrando a capacidade de Cassie em “sentir” as coisas e como ela leva a vida uma cidade em que todos são como uma grande família. É bom dizer aqui, que a série é a “continuação” do filme homônimo que tanto passou na “Sessão da Tarde“.

(Reprodução/Hallmark)

Parando um pouco para pensar na série, comecei a enxergar o cenário todo de outra forma, numa forma em que o poder especial de Cassie, que a transforma numa bruxa boa, não é sentir o que vai acontecer antes do tempo ou “mexer seus pauzinhos” para que algumas coisas aconteçam. O verdadeiro poder dela é algo que todos nós podemos nos permitir ter também: a forma de enxergar o outro.

O que Cassie faz de diferente da maior parte da população de Middleton é exatamente ver a todos como iguais e, na duvida, sempre levar para o melhor lado. Algo que no direito a gente costuma chamar de “in dubio pro reo” (na dúvida, pelo réu). E aí vem uma coisa interessante: quando a gente escolhe a pior forma de enxergar o outro, isso diz mais sobre quem ? Eu acredito que é sobre nós.

Na vida, as mais diversas situações vão acontecer (e que bom que aconteçam!). As pessoas são diferentes e, por o serem, agem de formas distintas. O grande problema que vejo, no entanto, é que em tempos tão difíceis a gente ainda escolha pensar o pior de outro ser humano – tão igual e tão diferente de nós mesmos. Quantas e quantas vezes as pessoas fazem/tem uma atitude boa conosco e, depois, acabam pisando na bola e nós nos “fixamos” ao lado ruim? Tantas e tantas vezes o que se faz de bom é bem maior(e deve ser sempre mais valorizado!) e, mesmo assim, tentamos enxerga o pior lado.

(Reprodução/WarnerBros)

Nós não sabemos pelo que os outros estão passando ou como foi a cultura/educação e, por isso, queremos que eles hajam da mesma forma que nós agimos. Ora! Se o amor, que é a coisa mais bela do mundo, é extremamente diferente de um para o outro, como toda a essência de alguém vai ser igual a nossa?! E pior: como nós nos achamos no direito de “impor” a superioridade das nossas crenças?

Isso, meus amigos, vale para tudo na vida: das séries que assistimos à religião que escolhemos. Vale para o nosso time de futebol ou para aquele filme que só a gente gosta. Parece-me que tem nos faltado empatia, tem nos faltado mais amor; enquanto que temos exalado julgamentos e preconceitos. Essas mudanças não são fáceis, mas me parecem bastante necessárias, afinal, elas permitem que a gente continue alimentando uma das coisas mais importantes da vida (e que eu falei no outro post): a esperança.

“E agora eu sei…que só o amor pode salvar o mundo. Então eu escolhi ficar, lutar e me doar por um mundo que está por vir.” (Wonder woman)

Pensem nisso!

Ah… em DUAS semanas aquela novidade vai ser revelada e será “Legen… wait for it… dary!”

Xoxo.

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