Outubro Rosa

Cá estamos nós, novamente, no nosso papo querido! Depois dessa, só mais duas postagens irão ao ar e aí entramos em hiato e voltamos em 04/12! Claro que como eu não conseguiria ficar longe de vocês, estaremos juntos lá no #LariPeloMundo, todas as quartas e, depois, todos os dias! Sem mais delongas, vamos à nossa conversa de hoje? Vocês conhecem o outubro rosa?!

(Reprodução/ABC)

O Outubro Rosa é o mês de conscientização do câncer de mama, e, por (infelizmente) estar tão em evidência, achei que seria interessante conversarmos sobre essa doença. Já faz algum tempo que as emissoras trazem personagens que enfrentam essa doença, tais como Izzie Stevens, Walther White, Dr. James Wilson, Samantha… São muitos o que já enfrentaram a doença na telinha tendo, muitos deles, alcançado a cura – alguns, inclusive, modificam suas perspectivas sobre a vida a partir daí.

Mas porque, cargas d’água, eu estou trazendo esse assunto aqui?!

(Reprodução/HBO)

O número de pessoas que a gente conhece diagnosticadas com câncer tem aumentado a cada ano, estão aí meus pais que não me deixam mentir. Inclusive, aqui tem algumas estatísticas por tipo de câncer no Brasil. E se tem uma coisa que eu aprendi, é que um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença. Bem naquele clichê do “se toque”, sabe? Mas isso é de fundamental importância!

Não fosse suficiente, o tratamento em si, também não é dos mais fáceis, muito embora cada pessoa reaja de uma forma à quimio e à radio, nunca ouvi ninguém dizer que foi fácil. Até por que, a aceitação do diagnóstico, por si só, já é bem complicada. Além disso, o tratamento é bastante caro, e eu não me refiro às sessões de quimioterapia, já que a maioria dos planos custeiam integralmente e o SUS também disponibiliza, mas tudo o que se muda durante o tratamento. Os gostos (paladar) podem mudar, são recomendados certos medicamentos ou alimentos para que os efeitos sejam minimizados, e nada disso é barato. Nem um pouco.

(Mauricio de Souza Produções)

Inobstante, existem outros aspectos. A autoestima que sofre com a queda dos cabelos; a sensibilidade que aumenta nesse período, com muitos pacientes, inclusive, passando a sofrer de depressão; o isolamento, já que com a baixa imunidade, os pacientes não devem sair para lugares com muita gente, enfim… são uma série de mudanças na vida de alguém que já está sensível.

Mas porque eu resolvi trazer esses pontos aqui para o nosso papo?! Bom, em primeiro lugar, para lembra-los de que sim, o câncer pode ter cura. Em segundo lugar, para que vocês saibam que, embora não seja um período fácil, ele passa, tem seus altos e baixos, e existe toda uma rede de suporte, tanto para os pacientes, como para os familiares. E terceiro, você pode fazer a diferença na história de alguém! Existem diversas formas de ajudar e eu resolvi trazer algumas para vocês!

– Você pode procurar alguma instituição que oferece suporte aos pacientes de câncer e ajudar. Tanto sendo um voluntários, como doando alimentos, itens de higiene, e até filmes e roupas para os brechós que elas fazem! Aqui, em Recife, tem o Instituto Cristina Tavares (ICT) de apoio ao adulto com câncer, que eu conheço o trabalho (por terem ajudado minha mãe) e super recomendo! Temos também, o nacc, gac…

–  Você pode doar o seu cabelo! Para isso, ele precisa ter entre 10 e 20 cm e deve estar seco para evitar que mofe. Em Recife, as doações podem ser feitas no HCP (todas as quarta-feiras), no IMIP…

– Você pode ir aos hospitais e se tornar um voluntário, fazendo visitas esporádicas, conhecendo pacientes, conversando e sendo apresentado a histórias fantásticas!

Então, espero que esse post de alguma forma ajude alguém! Qualquer dúvida, já sabem, é só gritar!

Xoxo.

 

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