Jovem Mulher (Divulgação/Zeta Filmes)
Jovem Mulher (Divulgação/Zeta Filmes)

O X Janela Internacional de Cinema do Recife chegou ao fim neste domingo (13) divulgando a lista de vencedores das mostras competitivas, além de menções honrosas e prêmios especiais. O júri da mostra competitiva de longas-metragens premiou o franco-belga Jovem Mulher (“Jeune Femme”) de Léonor Serraille como o melhor longa do festival. O terror nacional “As Boas Maneiras” de Juliana Rojas e Marco Dutra saiu com um prêmio de melhor imagem.

Já o júri do Janela Crítica premiou o longa brasileiro “Era uma vez Brasília” de Adirley Queirós. Os curtas “Deus”, de Vinícius Silva, “Travessia”, de Safira Moreira e “Experimentando o vermelho em dilúvio”, de Michelle Mattiuzzi foram os mais premiados do X Janela Internacional de Cinema do Recife, com três prêmios cada.

Confira a lista completa dos vencedores do X Janela Internacional de Cinema do Recife:

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS:

Melhor Longa: “Jovem Mulher” (França/Bélgica), de Léonor Serraille
Melhor Montagem: “Que o Verão Nunca Mais Volte” (Alemanha/Geórgia), de Alexandre Koberidze
Melhor Som: “A Fábrica de Nada” (Portugal), de Pedro Pinho
Melhor Imagem: “As Boas Maneiras” (Brasil/França), de Juliana Rojas e Marco Dutra
Menção Especial: “Baronesa’ (Brasil), de Juliana Antunes

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL:

Melhor curta internacional: “La Bouche” (França), de Camilo Restrepo
Melhor Imagem: “Pussy” (Polônia), de Renata Gasiorowska
Melhor Som: “Impossible figures and other stories II” (Polônia), de Marta Pajek
Melhor Montagem: “Borderhole”(México/Estados Unidos/Colômbia), de Amber Bemak e Nadia Granados

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA-METRAGEM NACIONAL:

Melhor curta nacional: “Deus” (RS/SP), de Vinícius Silva
Melhor imagem: “Travessia” (BA), de Safira Moreira
Melhor montagem: “Pele suja, minha carne” (RJ), de Bruno Ribeiro
Melhor Som: “Nada” (MG), de Gabriel Martins
Menção Honrosa/Especial do Júri: “Nada” (MG), de Gabriel Martins
Menção Honrosa (Pelo fim da Cordialidade): “Experimentando o vermelho em dilúvio” (RJ), de Michelle Mattiuzzi

PRÊMIO JANELA CRÍTICA:

Melhor curta nacional: “Travessia” (BA), de Safira Moreira
Melhor curta internacional: “La Bouche” (França), de Camilo Restrepo
Melhor Longa: “Era uma vez Brasília” (DF), de Adirley Queirós
Menção Honrosa: “Pele suja, minha carne” (RJ), de Bruno Ribeiro

PRÊMIO ABD (Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco – ABD/PE):
“Deus” (RS/SP), de Vinícius Silva
Menção Honrosa: “Travessia” (BA), de Safira Moreira

PRÊMIO OFERECIDO PELO PORTOMÍDIA (120h de estúdio para finalização de imagem e/ou som concedido para o melhor filme pernambucano do festival):
“O Olho e o Espírito” (PE), de Amanda Beça

PRÊMIO CANAL BRASIL:
“Experimentando o vermelho em dilúvio” (RJ), de Michelle Mattiuzzi

PRÊMIO FEPEC (Federação Pernambucana de Cineclubes)
Melhor Filme para Reflexão: “Deus” (RS/SP), de Vinícius Silva
Menção Honrosa: “Experimentando o vermelho em dilúvio” (RJ), de Michelle Mattiuzzi

PRÊMIO JÚRI ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema)
“Que o Verão Nunca Mais Volte” (Alemanha/Geórgia), de Alexandre Koberidze

PRÊMIO JOÃO SAMPAIO PARA FILMES FINÍSSIMOS QUE CELEBRAM A VIDA
“66 Cinemas” (Alemanha), de Philipp Hartmann.

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