Visitando a Bélgica

A minha visita à Bélgica tem muito a ver com sonhos, com os momentos que eles se tornam realidade. Foi, enfim, o começo da exploração do velho continente e a certeza de que “tudo pode ser, só basta acreditar”. Chegar num país em que você não fala um centavo da língua local é bem menos desesperador do que parece. Na verdade, foi bem divertido, exceto, claro, a parte em que o GPS nos trollou. Como assim?! Deixa eu começar do começo…

Quando nos encontramos (eu e Sara, para entender leia o post anterior) fomos atrás de comida porque ninguém é de ferro, né? Confesso que chegando no aero da Bélgica me enrolei um pouco com o banheiro, maaaaaas tudo resolvido! Por sinal, amei os banheiros e como eles têm coisas para salvar eventuais emergências, maaas voltando…

Foto: Larissa Ramos/Arquivo Pessoal

Descemos os três andares e chegamos ao metro, como qualquer bom turista imaginamos que deveríamos descer na estação central, e o fizemos. Ligamos o GPS e seguimos para chegar ao apartamento em que ficaríamos. Andamos, andamos, andamos e a cada segundo o GPS mostrava que tava mais longe. Nossa senhora, como andamos!

Passamos pro ruas estranhas, pegamos frio, estávamos com fome mas saímos em busca de algo que parecesse minimamente uma avenida ou rua principal. Acabamos chegando ao centro depois de quase 3hs andando, encontramos o Manneken Pis, um dos principais monumentos de Bruxelas e que é a coisa mais frustrante da vida inteira! Ele deve ter uns 30 cm!!! Sim, eu estou falando sério. Até é bonitinho mas não se iludam! Haha

Manneken Pis, na Bélgica (Foto: Larissa Ramos/Arquivo Pessoal)
Manneken Pis, na Bélgica (Foto: Larissa Ramos/Arquivo Pessoal)

Comemos numa hamburgueria por ali, e foi a melhor batata frita que já comi na vida! Quem me conhece saber que nesse ponto eu tenho prioridade para falar, e realmente é deliciosa! De lá, fomos ao apê deixar todos os nossos pesos (que não eram poucos), colocamos os pés para cima um pouco, tomamos um banho e fomos conhecer mais um pouco.

Eu, na verdade, tava mais pensando em experimentar um bom waffle belga (prioridades, né?)! Fomos até o Grand Place que tem uma arquitetura MAGNÍFICA e MUITO MUITO MUITO ouro (inshalá, habib!)! E o mais legal foi que, enquanto estávamos lá, acenderam as luzes e aí sim, podemos ver toda a beleza do lugar! Na minha cabeça só passava o quanto eu sou sortuda por estar vivenciando isso! Porque a verdade é que uma viagem assim é ainda mais especial. A gente foi conhecendo aos poucos cada lugarzinho, andando por nossa própria conta e descobrindo um novo mundo (país) que eu não fazia ideia de como seria!

Grand Place, Bélgica (Foto: Larissa Ramos/Arquivo Pessoal)
Grand Place, Bélgica (Foto: Larissa Ramos/Arquivo Pessoal)

Os waffles belgas são maravilhosos! Inclusive, preferi escolher o tradicional – que não leva açúcar – e comi com nutella e morango! 100or! É um paraíso em forma de comida! De lá, fomos para o apê já que no outro dia (segunda) logo cedinho iriamos para Bruges – e aqui preciso confessar que, por enquanto, é a cidade mais bonita que conheci!

Naquela noite, ao deitar, só conseguia me concentrar para acreditar que tudo aquilo era (e está sendo) verdade! E é! As 7h da matina já estávamos de pé para pegar o trem para Bruges! Meu primeiro trem na Europa!!!

Quer saber tudo sobre essa cidade maravilhosa ( e que não é o Rio?!)

Amanhã eu conto! 😌

See you soon!

Xoxo

Ps.: Uma coisa curiosa é que depois de tanto tempo ouvindo línguas que eu não entendia uma palavra, teve uma hora que eu ouvi alguém falando inglês e já tava quase me sentindo em casa.

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