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Bye Bye Jaqueline: comédia romântica nacional estreará em sete cidades

Longa estrelado por Poliana Oliveira promete agitar as férias dos adolescentes neste verão; filme também foi feito para os pais, que terão uma boa dose de nostalgia.

Bye Bye Jaqueline (Divulgação/Lança Filmes)
Bye Bye Jaqueline (Divulgação/Lança Filmes)

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Com uma história leve e divertida que fala sobre a beleza e as dificuldades de ser jovem, Bye Bye Jaqueline chega aos cinemas no próximo dia 28 de dezembro em sete cidades – São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Maceió e Recife, com perspectiva de ampliação do circuito na segunda semana.

Primeiro longa-metragem de Anderson Simão, da produtora curitibana O Quadro, a comédia romântica teve uma boa receptividade em sua pré-estreia, semana passada, em Curitiba, quando o elenco esteve presente.

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O filme faz um recorte na vida de sua protagonista, Jaqueline, uma jovem de 16 anos, bolsista em uma escola particular. O filme mostra o dia a dia de seu cotidiano: a amizade com sua melhor amiga, Amanda, a paixão pelo menino mais bonito do colégio, os encontros e desencontros que acontecem no pátio da escola.

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Veja o trailer:

A jovem atriz Poliana Oliveira dá vida à Jaqueline, que entre as aulas, os treinos de vôlei e as tarefas domésticas, se interessa por Fernando (Victor Carlim), sobre quem projeta seus sonhos românticos. Novata na escola, conta com a experiência de Amanda (Gabrielle Pizzato Santana), a melhor amiga descolada, que empresta uma boa dose de humor à trama. Marchesi (Leonardo Vieira) completa o quarteto adolescente. Ele também se apaixona por Jaqueline e por vezes acaba atrapalhando a vida do casal.

Com estreia marcada para as férias escolares, Bye Bye Jaqueline retrata com fidelidade a atual geração adolescente, muito mais tranquila e cabeça aberta ao lidar com as tradicionais questões da idade do que as anteriores. A primeira relação sexual, a amizade, a pressão da escola ou as diferenças sociais são temas com os quais os jovens do longa vão lidar, tendo ao fundo as belas ruas de Curitiba e uma trilha sonora representativa da cena roqueira da cidade.

Para os pais que forem ao cinema, o filme traz uma boa dose de nostalgia e desperta o gosto de uma boa recordação. Com exceção dos celulares, tudo, enfim, continua igual, levando o espectador a lembrar de sua própria época de escola. Como diz Fernando para Jaqueline: “Gosto de colecionar boas lembranças”.

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Paulo Cavalcante
Paulo Cavalcantehttp://www.cafedeideias.com
Professor, atua na internet há mais de dez anos produzindo conteúdo sobre séries e cinema, aprecia a sétima arte e a dramaturgia para as diferentes telas.
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