Para diretor, fracasso de ‘Bright’ se deve às críticas negativas de ‘Esquadrão Suicida’

"Foi como voltar para um ringue de boxe depois de ter sido nocauteado", disse diretor sobre gravar Bright após lançar Esquadrão Suicida.

Bright (Reprodução/Netflix)
Bright (Reprodução/Netflix)

O diretor David Ayer concedeu uma entrevista ao Entertainment Tonight onde falou sobre o o mau desempenho de Bright, seu novo filme para a Netflix, em relação à crítica. Segundo o cineasta, o fracasso do filme está relacionado a recepção negativa de Esquadrão Suicida, seu filme anterior lançado pela Warner Bros. Pictures e DC Films.

“Cortaram minha garganta. Foi um filme muito polarizador. Agora, em ‘Bright’, foi como voltar para um ringue de boxe depois de ter sido nocauteado. E isso é difícil, porque dirigir um filme é um jogo de confiança: você faz todos da equipe acreditarem em algo que só existe na sua cabeça”, falou David Ayer, sobre a experiência do lançamentos dos dois filmes (“Esquadrão Suicida” e “Bright”).

O filme vem recebendo críticas negativas da imprensa pelo mundo, com 22 pontos (de 100) no Metascore e com nota 3,7 (de 10) e aprovação de apenas 30% da crítica no Rotten Tomatoes – estas são as principais plataformas agregadoras de críticas da internet.

O longa escrito por Max Landis (“Victor Frankenstein”) se passa em um mundo futurista, onde seres humanos convivem em harmônia com seres fantásticos, como fadas e ogros. Mesmo nesse cenário infrações da lei acontecem e um policial humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar junto com um orc (Joel Edgerton) para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

Bright já pode ser assistido na Netflix.

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