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Crítica: Tomb Raider – A Origem

Alicia Vikander brilha no reboot da adaptação do famosa franquia de videogame.

Tomb Raider - a Origem (Divulgação/Warner Bros.)
Tomb Raider – a Origem (Divulgação/Warner Bros.)

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A primeira conclusão que se pode tirar de Tomb Raider – A Origem é a de que Alicia Vikander foi a sem dúvida uma aposta mais que acertada para dar vida nova à heroína dos games Lara Croft, inicialmente interpretada por Angelina Jolie há mais de uma década. A atriz é a mistura perfeita de energia, carisma e vulnerabilidade, e apesar de ser mais conhecida por dramas cerebrais como “Ex-Machina” e o longa que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, “A Garota Dinamarquesa”, aqui Alicia mergulha – literalmente – em um outro universo onde a ação e a fisicalidade são essenciais.

A primeira vista, Lara parece ser uma jovem comum de 21 anos, cruzando as ruas de Londres em uma bike a vários quilômetros por hora, trabalhando em uma empresa de entregas e passando por dificuldades financeiras. O que seus amigos e conhecidos não sabem, entretanto, é que Lara é na verdade a única herdeira do império milionário da família Croft, desde que seu pai Lord Richard (Dominic West) desapareceu 7 anos atrás sem deixar rastros, em uma de suas várias expedições arqueológicas. Inspirado na versão do game lançado em 2013, Lara, após encontrar pistas e um mapa que apontam o último paradeiro de seu pai como sendo a misteriosa e cercada de lendas sobrenaturais Ilha Yamatai, na costa do Japão, parte em uma aventura com o objetivo de encontrá-lo, auxiliada pelo pescador Lu Ren (Daniel Wu) que também busca respostas para seus próprios traumas de infância.

O diretor Roar Uthaug fez uso de cenários reais em grande parte do filme, inclusive nas sequências de ação mais audaciosas. Os efeitos visuais são corretos e o 3D não incomoda ou é excessivo, algo comum nos blockbusters mais recentes. As coreografias de luta são bem executadas e o mais importante, realistas (em grande parte devido ao físico de Vikander). Um dos pontos negativos fica, surpreendentemente, por conta de Walton Goggins (“Justified”), que interpreta um vilão básico e sem muitas nuances.

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Terminando com uma descoberta que abre caminho para futuras sequências (que, como sempre, dependerão do box office), “Tomb Raider – A Origem” é um esforço na direção certa, elevado pelo trabalho de Alicia, que não deixa nada a desejar como a Lara Croft da nova geração.

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Evie Diane
Evie Diane
Cresceu vendo filmes ao invés de brincar na rua. Fã de ir ao cinema sozinha. Denis Villeneuve, Steve McQueen, Luca Guadagnino, Woody Allen, Christopher Nolan, Olivier Assayas.
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