Lari Pelo mundo – Enfrentando o frio e a lotação do I Amsterdam

Mais uma vez tendo que enfrentar o frio, os outros dias em Amsterdã foram maravilhosos, numa verdadeira inserção na cultura natalina holandesa. Quer saber? Só vem!

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Larissa Ramos
Larissa Ramos
Bacharela em Direito, advogada e concurseira, apaixonada por séries, filmes, livros e música. Sonha com a chance de viver como atriz e se derrete com histórias de amor. Seu grande ícone é Audrey Hepburn.

Lari Pelo Mundo – I amsterdam

Então, vamos ao segundo dia de Amsterdã?! Quando acordamos eu estava ainda pior da gripe. Nada no mundo me dava coragem para levantar (ainda mais com o frio que faz nessa cidade), mas a gente só tinha dois dias aqui e resolvi criar coragem para sair com a promessa de que iríamos numa farmácia.  Fomos para a estação central que agora, e com o maps, sabíamos chegar numa boa. Decidimos que tomaríamos café por lá. Entramos numa lanchonete/padaria bonitinha e fomos comer. Eu pedi um croissant e um waffle de nutella com morango #mejulguem. Valeu cada centavinho – ou melhor, cada Eurico.

Saindo de lá, íamos explorar a cidade. E aqui preciso abrir um parêntese para o que foi o título da coluna ontem, COMO NINGUÉM FALA DO FRIO ABSURDO QUE FAZ NA CAPITAL HOLANDESA?! Socorro! Antes de ir para Dublin todo mundo falava que lá chovia todo dia, que era absurdamente frio e coisa e tal, mas não teve UM dia em Dublin que eu tenha pego tanto frio como em Amsterdã. O frio tava tanto que quando terminamos o café e fomos andar, vimos as pessoas entrando nas lojas. Todas. Como bons brasileiros que somos, entramos também! Até que eu prestei atenção nas conversas alheias e entendi o que tava acontecendo: chovia gelo! G-E-L-O! Não preciso dizer que a nordestina matuta aqui correu para fora da loja e ficou que nem criança tentando pegar as pedrinhas, né? =X

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Voltando ao passeio, a cidade, apesar de ser um domingo, estava absurdamente cheia. Enquanto íamos tirar a foto clássica num dos canais, descobrimos que era a Saint Nicholas Arrival – basicamente, a chegada do Papai Noel.  E que é um verdadeiro DESFILE. Parece aqueles passeios da Rainha da Inglaterra que a gente vê pela TV, quando ela vai acenando e tal… O papai noel, que mais me lembrou um Papa, é a última alegoria do desfile, num cavalo branco, que saúda as crianças. Antes dele, seus ajudantes passam distribuindo guloseimas. Foi uma experiência incrível, como sempre o é vivenciar outra cultura. Vídeo!

Fomos seguindo mais para o centro e chegamos a uma feirinha – à Recife Antigo – onde compramos algumas das lembrancinhas e seguimos. Chegamos perto da igreja de São Francisco Xavier e, como boa pernambucana – estado cheio de igrejas -, fui olhar. A igreja é absurdamente linda – mas já adianto que as daqui de Pernambuco se equiparam facilmente, lá você pode pegar um potinho de vidro com uma vela dentro e acender no “altar” que tem para isso. Custa 1 eurico e, para quem é católico, vale a pena. A igreja, brincadeiras à parte, é linda! De lá fomos, enfim, à farmácia e compramos tíquetes de passeio: Um pub crawl no mesmo dia, à noite, e a visita à Heineken as 9:45 da manhã seguinte (sim, nós descobrimos que foi uma péssima ideia esse horário depois de um pub crawl).

Pub crawl é um passeio por alguns bares da cidade. A gente pagou 18 Euros e fomos a 6 bares, com direito a uma bebida em todos eles e shots o tempo inteiro durante o passei. Talvez por ser um domingo, os pubs estavam meio vazios e todo o grupo do passeio era brasileiro! Haha Acabamos voltando cedo – não sem comer antes, óbvio – já que teríamos que madrugar no dia seguinte.

Acordar não foi tão difícil como pensávamos, estar na Heineken a tempo, já não foi a mesma coisa, mas deu tudo certo! O passeio na fábrica é bem interessante, sobretudo para quem gosta de cerveja. Como nós três tivemos que correr, acabou que a cerveja foi nosso café da manhã – o que eu não recomendo. De lá, achamos um restaurante bonitinho e com preço bom e pedimos nosso almoço!  Eu pedi uma massa que realmente estava boa. Depois disso, tentamos ir tirar uma foto no “I Amsterdam” que fica no Rijksmuseum (logo na saída do aeroporto tem um, se você não for pelo metrô!) e que é LOTADO de gente, então uma foto boa é impossível – a não ser que você vá às 6 da manhã! Esse é o maior letreiro e tem um lago lindo na frente, no entanto, por causa do outono/inverno ele tava fechado para patinação no gelo.

Como não parou de chover e realmente estava frio, fomos a uma rua que tinha um monte de lojas lindas e CARÍSSIMAS, incluindo a Tiffany <3. Por sorte, também tinha umas lojinhas de souvenirs onde fizemos as últimas compras e fomos à estação para que Ray pudesse ir pegar o avião. Como nosso voo era super cedinho no dia seguinte, fomos para o hostel. Lá, para nos despedirmos da cidade, acabamos lanchando no próprio Stayokay – acabamos exagerando nos pedidos, por sinal. Mas foi um excelente lanche de despedida!

See you soon,

Xoxo.

 

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