Em monólogo do Oscar 2018, Jimmy Kimmel defende representatividade no cinema

Apresentador relembrou escândalo de assédio em Hollywood e importância da presença das mulheres e negros na indústria do cinema.

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Paulo Cavalcante
Paulo Cavalcantehttp://www.cafedeideias.com
Professor, atua na internet há mais de dez anos produzindo conteúdo sobre séries e cinema, aprecia a sétima arte e a dramaturgia para as diferentes telas.

Jimmy Kimmel em seu monólogo no Oscar (Foto: Chris Pizzello/Invision/AP)
Jimmy Kimmel em seu monólogo no Oscar (Foto: Chris Pizzello/Invision/AP)

Seguindo a tradição das premiações que antecederam o Oscar, a cerimônia da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas resolveu assumir um tom político e militou por questões que vieram à tona durante o ano. Em seu monólogo de abertura, o apresentador Jimmy Kimmel relembrou a expulsão de Harvey Weinstein da academia após as acusações de assédio às mulheres em Hollywood.

Kimmel relembrou da importância de surgir um movimento como o Time’s Up, que apoia as vítimas de abuso e assédio sexual. Greta Gerwig foi enaltecida pelo apresentador, que relembrou que ela é a quinta mulher em 90 anos de Oscar a ser indicada na categoria de melhor direção (por “Lady Bird – A Hora de Voar”). Rachel Morrison também foi lembrada por ser a primeira mulher indicada na categoria de melhor fotografia por “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi”.

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“A estatueta do Oscar é um homem que Hollywood precisa. Olhem isso: não fala nada, mantém as mãos onde elas precisam ficar e não tem um pênis”, falou Jimmy Kimmel durante o monólogo.

Ainda no monólogo, Kimmel falou da importância de filmes como Pantera Negra e Mulher Maravilha, que aproveitaram a onda de super-heróis no cinema para tratar de empoderamento feminino e representatividade negra.

Assista (em inglês):

 

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