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Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos! | Crítica

Terceiro filme da franquia Como Cães e Gatos tem vilão antenado em tecnologia que pretende por fim na paz entre os pets.

Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos! (Foto: Divulgação/Warner Bros.)
Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos! (Foto: Divulgação/Warner Bros.)

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Já parou pra pensar como os bichinhos se relacionam na vida doméstica? A franquia “Como Cães e Gatos” explora esse tema desde 2001, focando na relação – como já diz o nome – entre cães e gatos. Antes em conflito, agora a paz reina entre os bichanos e os melhores amigos do homem. Mas um novo vilão está preparado para promover uma nova guerra entre eles em “Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos!”, uma das atrações que entra em cartaz nestas primeiras semanas de reabertura dos cinemas brasileiros ainda em meio a pandemia do novo Coronavírus.

O longa se passa dez anos depois da criação da “Grande Trégua”, um sistema tecnológico monitorado por uma equipe de cães e gatos para fazer a vigilância dessas espécies e tentar resolver quaisquer conflitos que venham a surgir entre eles. Contudo, um vilão entra em ação fazendo com que cães e gatos pelo mundo voltem a se odiar novamente. Seu plano fica mais completo quando ele consegue derrubar o sistema de vigilância das espécies, fazendo com que a equipe de monitoramento entre em ação de forma analógica.

Como verdadeiros tiras, a equipe de vigilância é obrigada a ir para as ruas investigar os passos do vilão e tentar descobrir o seu paradeiro. A ideia deixa a gata Gwen super empolgada e reacende os traumas do cão Roger. Como Cães e Gatos 3 se mostra bastante divertido e nos presenteia com doses de fofura dos pets que vão desde a relação entre os protagonistas Gwen e Roger até os comportamentos típicos de um felino apresentados pela gata cor de mel.

‘Como Cães e Gatos 3’ destaca relação entre pets e humanos

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A dublagem do filme distribuído no Brasil pela Warner Bros. Pictures também é um ponte forte, com as vozes de Renan Freitas (Roger), Aline Ghezzi (Gwen) e Eduardo Borgerth (Velho Ed) não deixando nada a desejar para os famosos que dublam os animais na versão original.

O filme também dá ênfase a relação entre os pets e os humanos, tanto quanto plot principal como secundário. Enquanto vemos um vilão que buscar fazer com que os humanos deixem de gostar dos cães e gatos como animais domésticos, estes “felinos e caninos” valorizam o bem estar de seus humanos (sim, eles não nos tratam como donos). E é partir daí que também se desenvolve a narrativa de Zoe e Max. Zoe é a dona de Gwen, que vê o seu pai vivendo uma crise financeira após passar por uma fase ruim no mundo da música; já Max, dono de Roger, é um jovem tenista que vive sob constante pressão da mãe para que seja bem sucedido. Sobrecarregados com os problemas sociais e distraídos com a tecnologia, os dois vizinhos não se conhecem, mas acabam unidos pela atitude da gata Gwen e do cão Roger de tentar fazer com que seus humanos sejam felizes novamente.

Num momento em que muitos precisam de um escape para as notícias ruins que brotam na mídia ao longo deste ano de 2020, Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos! se mostra não só como um filme divertido para ver com a família nos cinemas, mas também é uma fonte de afago para o humano que vai acompanhar essa saga canina e felina de muita fofura, um pouco de conflitos, mas também de muito amor no melhor estilo “Sessão da Tarde”.

Trailer – Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos!

Assista ao trailer:

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Paulo Cavalcante
Paulo Cavalcantehttp://www.cafedeideias.com
Professor, atua na internet há mais de dez anos produzindo conteúdo sobre séries e cinema, aprecia a sétima arte e a dramaturgia para as diferentes telas.
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